Educação midiática: cobertura de segurança pública

04/08/2023

Educação midiática: cobertura de segurança pública



Os últimos acontecimentos que envolvem a chacina de moradores das periferias do Litoral Sul de São Paulo, e o cerceamento do direito de ir e vir da população do Complexo da Penha, motivados por operações policiais, a Coalizão de Mídias Periféricas, Faveladas, Quilombolas e Indígenas aponta caminhos para a cobertura jornalística da imprensa brasileira não colocar em risco a vida dos moradores de territórios oprimidos pelas forças de segurança pública diante do Estado.

São cinco propostas baseadas na proteção física e emocional das vítimas, familiares e vizinhos, que são entrevistadas por jornalistas, e que ficam vulneráveis ​​à represálias e retaliações promovidas por grupos de extermínio de milícias e agentes de segurança pública.

O objetivo é educar, conscientizar e, principalmente, propor uma mudança na forma como se cobre a violência policial que afeta há décadas as periferias e favelas do Brasil. Confira as propostas: