SOBRE NÓS

A Coalizão de Mídias Periférica, Favelada, Quilombola e Indígena foi fundada em maio de 2023, no contexto pós-pandemia.

Como uma associação civil sem fins lucrativos, ela atua em âmbito nacional e internacional, e reúne organizações comprometidas com a democratização do jornalismo e da comunicação, e pela valorização das narrativas oriundas de territórios historicamente marginalizados.

Ela atua em coletividade a partir de três pilares: incidência política de articulação local e nacional, trocas de saberes de tecnologias ancestrais de comunicação e jornalismo, e na produção de conteúdos jornalísticos.

A Coalizão de Mídias tem como missão lutar por um Brasil onde a democratização dos jornalismos e da comunicação esteja intrinsecamente ligada ao direito à vida.

Acreditamos que o jornalismo e as comunicações baseadas em direitos humanos e tecnologias ancestrais são instrumentos fundamentais para afirmar a legitimidade, a autoridade e a inovação social, econômica, política e cultural dos territórios periféricos, favelados, quilombolas e indígenas.

Nesse sentido, atuamos como defensores dos direitos humanos, vivendo e produzindo em locais frequentemente estereotipados pela grande mídia, reafirmando nossa autoridade narrativa e nosso compromisso com a construção de um país onde a comunicação seja, de fato, sobre, para e a partir dessas comunidades.

Nossos valores são pautados pela interseccionalidade de raça, classe, gênero e sexualidade, garantindo um jornalismo verdadeiramente representativo. Reconhecemos e valorizamos os saberes ancestrais e territoriais indígenas, quilombolas e periféricos, integrando-os à produção e distribuição da informação.

Apostamos na educação midiática antirracista como ferramenta essencial para impulsionar comunidades a se tornarem produtoras e consumidoras críticas de conteúdo.

Defendemos o diálogo intergeracional e a troca de metodologias para fortalecer as comunicações nativas de cada região, garantindo a pluralidade de vozes e perspectivas, fundamentais para a erradicação da hegemonia de narrativas sobre territórios marginalizados.

Compreendemos o jornalismo como uma “moeda ética”, promovendo a garantia de direitos e a justiça social. Além disso, reafirmamos nosso compromisso com a acessibilidade, pautando nossa comunicação de forma inclusiva, antirracista, anticapacitista e contra a LGBTfobia.

A força da nossa coletividade

Nossas coletividades

Missão

Luta por um Brasil em que a democratização da comunicação está diretamente interligada ao direito à vida. Afirmando, por meio das comunicações e dos jornalismos enraizados em direitos humanos e tecnologias ancestrais, a legitimidade, autoridade e inovação social, econômica, política e cultural dos territórios periféricos, favelados, quilombolas e indígenas.

Visão 

Somos defensores de direitos humanos. Vivemos, produzimos e defendemos lugares frequentemente estereotipados pela grande mídia, reafirmando nossa autoridade narrativa e nosso papel na construção de um Brasil onde a comunicação, os jornalismos e as mídias sejam verdadeiramente sobre, para e a partir dos
territórios periféricos, favelados, quilombolas e indígenas.

Valores

    • A interseccionalidade de raça, classe, gênero e sexualidade como alicerce de um jornalismo verdadeiramente representativo.
    • Os saberes ancestrais e territoriais indígenas, quilombolas e periféricos valorizados e integrados à produção e distribuição de informações.
    • A educação midiática para impulsionar as comunidades a serem produtoras e consumidoras críticas de conteúdo. O diálogo intergeracional e a troca de metodologias para fortalecer as comunicações nativas de cada região.
    • A pluralidade de vozes e perspectivas para a erradicação da hegemonia de narrativas sobre os territórios marginalizados.
      O jornalismo como uma “moeda ética”, promovendo a garantia de direitos e a justiça social.
    • Acessibilidade: Comunicação inclusiva, contra a LGBTfobia, anticapacitista e antirracista. 

No chão das favelas, quilombos e aldeias do Brasil…

“Nós somos o começo, o meio e o começo. Nossas trajetórias nos movem, nossa ancestralidade nos guia.”

Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo) – in memoriam